
“Encontros e desencontros” explora a união inesperada de dois personagens que somente tem em comum sua situação, e o faz com um carinho e honestidade presentes em cada frame. Entre eles, surge não exatamente uma tensão sexual, mas uma necessidade de estar na companhia do outro, mesmo conscientes de que estão se usando de muletas para sobreviver à viagem. Seu relacionamento, no entanto, vai evoluindo ao ponto que o especatador acaba acreditando que, não fossem seus cônjugues, ali existiria um casal possível. À esses personagens, incorporados brilhantemente por Johansson e Murray, Coppola reserva uma conclusão bela, triste e amplamente satisfatória.
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…despido de qualquer expectativa, existe ali um filme excepcionalmente realizado: jovem, sem ser esquizofrêncio; sério, sem ser sisudo; contemplativo, sem ser um porre; e engraçado, sem partir para o escracho. Perene no filme, existe a urgência da diretora em compartilhar sua história, algo raro nesses dias cuja única urgência dos filmes é aliviar a carteira de otários. “Encontros…” é mais do que um bom filme; é uma boa ação.
Bernado Krivochen (Rio)
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“Encontros & Desencontros” é um filme muito bom, que prende o público pelo carinho com que seus protagonistas são retratados. Sim, pois apesar de serem bastante solitários percebe-se muito bem o quanto Sofia Coppola quis expôr a essência de tais personagens, mostrando o que eles realmente estavam sentindo nos instantes mostrados no decorrer do filme. Belo filme.”
Francisco Russo
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…despido de qualquer expectativa, existe ali um filme excepcionalmente realizado: jovem, sem ser esquizofrêncio; sério, sem ser sisudo; contemplativo, sem ser um porre; e engraçado, sem partir para o escracho. Perene no filme, existe a urgência da diretora em compartilhar sua história, algo raro nesses dias cuja única urgência dos filmes é aliviar a carteira de otários. “Encontros…” é mais do que um bom filme; é uma boa ação.
Bernado Krivochen (Rio)
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“Encontros & Desencontros” é um filme muito bom, que prende o público pelo carinho com que seus protagonistas são retratados. Sim, pois apesar de serem bastante solitários percebe-se muito bem o quanto Sofia Coppola quis expôr a essência de tais personagens, mostrando o que eles realmente estavam sentindo nos instantes mostrados no decorrer do filme. Belo filme.”
Francisco Russo
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