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Uma cena… Um filme…
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Pés sobre o Deserto do Atacama, no Chile. Dois amigos andando no lugar mais árido do mundo, cruzam com índios indo em direção oposta. O que poderia ser um mero encontro de passagem se torna numa roda com fogueira, para passar a noite gelada juntos. Duas realidades aquecidas pelo mesmo fogo. Dois jovens argentinos que viajam por viajar e um casal de índios a procura de trabalho, depois de terem sido expulsos da sua terra natal por latifundíarios e estarem sendo perseguidos pela polícia por serem acusados de comunistas. Sobre esta noite Che escreve: “Uma das noites mais frias da minha vida, mas conhecê-los me fez sentir mais perto da espécie humana, estranha, tão estranha para mim”
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Assista ao trecho, talvez alguma resposta sobre a mudança de Che esteja aqui.
Henderson Moret
Veja aqui, outro filme maravilhoso que também fala de encontros.

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O Labirinto do Fauno é com certeza um dos melhores filmes do ano de 2006. O cineasta Guillermo Del Toro apresenta uma fábula sombria recheada de metáforas e alegorias. Além de ser puro entretenimento, o longa também é uma ótima refeição mental para os cinéfilos e amantes da literatura fantástica. É fácil encontrar referências a filmes como O Iluminado, A Lenda do cavaleiro sem cabeça, O mágico de Oz, Hellboy (do próprio Del Toro) e livros como Alice no país das maravilhas e as fábulas de Hans Christian Andersen e dos Irmãos Grimm
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Repleto de lirismo, inteligência e tristeza, Guillermo Del Toro faz o espectador lembrar-se da importância da imaginação e da fantasia, seja como fuga da realidade ou como forma de recusar-se à obediência robotizada. Tanto para Ofélia quanto para o cineasta, o mundo mágico é mais agradável que o real. E, pelo menos durante as duas horas de O Labirinto do Fauno, o espectador acredita nisso.
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Fonte: Omelete
Trailer em português
Sinopse: Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta.
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Veja também outro filme espanhol que trata também do tema da Guerra Civil Espanhola, A língua das mariposas
Henderson Moret
“Em “Nome de Família” todos os personagens têm um momento como protagonistas. É como se a vida de todos fosse importante para a construção da narrativa.
Assim, o filme vai somando mais e mais camadas, aumentando sua complexidade. Há também um grande respeito e admiração pelos rituais indianos. Se fosse feito por um diretor de outra origem, o resultado poderia parecer mero encantamento de estrangeiro com as cores e tradições da cultura indiana, mas Mira não se deixou levar pelo lado exótico, ficou muito à vontade e contou a história como se conhecesse cada personagem, o que só aumentou a sua beleza.”
Alysson Oliveira
“Assisti esse filme em 04 de julho e achei simplesmente bárbaro. Mostra como é difícil ser estrangeiro num País globalizado e totalmente individualista. No caso dos indianos, que tiveram os filhos nascidos na América, é muito difícil aceitar as diferenças de raças.”
Vera Roman
“O filme é profundo e sensível. Foca muito bem a importância do PAI de família, como lidar com as diferenças, o RESPEITO HUMANO nas varias formas de relacionamento… As dores de viver longe do seio familiar, as alegrias dos encontros. As diferenças econômicas dos paises, o comportamento jovem. As lembranças de família! O que fica, o que sempre resta em nossas vidas… É para você assistir o filme e ser melhor amanha. IMPERDÍVEL!”
Renata Galeno
Trailer







