A princípio este título não tem nada haver com o filme… o que “reine sobre mim” tem a ver com um filme sobre perdas de 11 de setembro, sobre como a gente pode se “desligar” do mundo e sobre amizade?
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Quando se descobre que o título tem haver com uma letra de uma música do The Who e quando se descobre a letra… Tuchê!!!
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Abaixo música e cenas do filme… Quem sabe ele não te conquiste!
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Henderson Moret
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Love Reign Over Me
The Who
Apenas o amor
Pode fazer chover
Do modo que a praia é beijada pelo mar
Apenas o amor
Pode fazer chover
Como a transpiração dos amantes
Posto nos campos.

Amor, reine sobre mim
Amor, reine sobre mim, chuva sobre mim

Apenas o amor
Pode trazer a chuva
Que faz você desejar o céu
Apenas o amor
Pode trazer a chuva
Que cai como lágrimas lá do alto

Amor, reine sobre mim

Na árida e empoeirada estrada
As noites que passamos sós
Eu preciso voltar para casa, para a fresca fresca chuva
Não sou capaz de dormir então me deito e penso
A noite é quente e negra como tinta
Ó Deus, eu preciso de um adose da fresca fresca chuva

“Sombra do Passado (Red Dust) é um filme que me impactou muito… O filme mostra como a África do Sul encarou as feridas pós-apartheid… Longe de ser um documentário, é um filme bem feito, baseado em fatos reais que mostra que a verdade, a justiça e pasmem o perdão podem andar juntos na construção de uma sociedade… e mais tenho certeza que depois de assistir a este filme você ira repensar no que significa perdão na sua própria vida”
Henderson Moret
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“Penso que o caminho jurídico/político encontrado para a África do Sul foi altamente utilitário. Terminou de abrir as feridas, mas, seguida, proporcionou o mais misericordioso dos bálxamos: o perdão e a reconciliação. Com isso, penso, todo o regime de uma época acabou sendo passado a limpo sem que, como sempre ocorre, toda a podridão fosse escondida por baixo do tapete da impunidade. Quem se prestou a submeter-se às normas e regras anistiais, obrigatoriamente esclareceu todos os seus atos e crimes, por mais cruéis que fossem, ao passo que, aqueles que a tanto não se prestaram, por covardia e culto à impunidade, ficaram sujeitos a julgamentos comuns e condenações efetivas. Grande momento da História!”
Henrique Mello
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Sinopse
O oficial de polícia Dirk Hendricks (Bartlett) arquiva o processo de anistia de Alex Mpondo (Ejiofor), um membro do Parlamento Sul Africano que não consegue recordar-se das torturas sofridas quando ficou prisioneiro por ser um ativista político. A advogada sul-africana Sarah Barcant (Swank), entretanto, retorna a sua terra natal para representar Mpondo, assim como Steve Sizela, o amigo de Mpondo que foi preso junto com ele e jamais visto outra vez.

Henderson Moret
Você precisa assistir este filme, envolvente, inteligente, com uma trilha maravilhosa e roteiro e história deliciosa e surpreendente… me cativou do inicio ao fim. Veja mais depoimentos…


Rafael Sartori - orkut

Infelizmente não li o livro, agora estou muito curioso para lê-lo, mas vamos ao que importa: minha opinião: é um filme, insano, inteligente, sombrio, emocionante, gótico, envolvente, perturbador, incrível.

De Sá - Orkut
Surreal!
Muito surreal ,é inteligente ,audacioso nunca li o livro mais eu vou ter que ler. É uma historia fantástica envolvente simplesmente perfeito.

Maysla Oliveira - Orkut
O filme é surpreendente, um dos melhores filmes, que apresenta de uma forma clara o desejo incontrolável pelas vitimas, desde o nascimento, até sua infância marcada por grandes sofrimentos, é interessante analisar a forma pela qual ele mata as vitimas, com uma frieza total, ao mesmo tempo transmitindo uma certa inocência ao publico.

Sinopse
Jean-Baptiste Grenouille (Ben Whishaw) nasceu com o olfato mais apurado do mundo. Por isso, encontrou uma prolífica - porém nada reconhecida - carreira como criador de perfumes. No entanto, sua constante busca pelo aroma perfeito o leva a caminhos perigosos.

Trailer

Muito bem filmado, engraçado e provocante… você tem que assistir !!!

Uma alma caridosa colocou o documentário inteiro no youtube, legendado…
Assita o primeiro capítulo…

Assista o documentário inteiro aqui
Que tal uma dose diária de pornografia empresarial? :)
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E se corporações fossem mesmo indivíduos? Que tipo de gente seriam? Em busca da resposta para essa questão, o escritor Joel Bakan e os cineastas Mark Achbar e Jennifer Abbott resolveram adentrar os subterrâneos do mundo e da cultura corporativa, analisando os motivos e conseqüências das ações das companhias transnacionais através de um método de estudo que, distanciando-se da análise sócio-política, aproxima-se da psicanálise. O trabalho dos três, que resultou no documentário A Corporação (The Corporation), aponta para uma conclusão perturbadora. Lucros sem culpa
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O documentário, baseado no livro The corporation - the pathological pursuit of profit and power*, de Joel Bakan (que também assina o roteiro do filme), é uma profunda e divertida análise do mundo corporativo. A partir do estudo de crimes cometidos por transnacionais, e de dezenas de entrevistas com gente direta ou indiretamente ligada ao mundo corporativo, como ativistas de esquerda e de direita, acadêmicos, jornalistas, executivos, e espiões industriais, os autores fazem uma radiografia das corporações como “seres” autônomos, que funcionam de acordo com um conjunto específico e determinado de regras e motivações, bastante distintas daquelas partilhadas entre os homens comuns. Um “comportamento” que, de tão voltado à busca pela realização pessoal em detrimento de qualquer dano causado a terceiros, resvalaria, segundo alguns dos entrevistados, na psicopatia. Montado sobre uma estrutura ágil, baseada numa esperta colagem de cenas de filmes B, vídeos institucionais antigos, imagens documentais e entrevistas nas quais, contra um fundo negro, representantes das mais distintas correntes políticas, como Noam Chomsky, Milton Friedman, Sir Mark Moody-Stuart (ex-dirigente mundial da Shell) e Vandana Shiva têm seu discurso contextualizado em relação ao “comportamento” institucional das grandes corporações, o filme faz uma análise dos vetores “psicológicos” responsáveis por regular o relacionamento das grandes companhias com o indivíduo - social, cultural e politicamente.
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Tiago Soares
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Assita a um trecho, este DVD vc encontra nas melhores locadoras…
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Há 40 anos foi morto na Bolívia Che Guevara. E como Che se transformou? Como um jovem de classe média argentino se transformou numa das figuras mais controversas do século passado? Che Guevara hoje é sinônimo de revolução. Como isto aconteceu?
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Uma cena… Um filme…

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Pés sobre o Deserto do Atacama, no Chile. Dois amigos andando no lugar mais árido do mundo, cruzam com índios indo em direção oposta. O que poderia ser um mero encontro de passagem se torna numa roda com fogueira, para passar a noite gelada juntos. Duas realidades aquecidas pelo mesmo fogo. Dois jovens argentinos que viajam por viajar e um casal de índios a procura de trabalho, depois de terem sido expulsos da sua terra natal por latifundíarios e estarem sendo perseguidos pela polícia por serem acusados de comunistas. Sobre esta noite Che escreve: “Uma das noites mais frias da minha vida, mas conhecê-los me fez sentir mais perto da espécie humana, estranha, tão estranha para mim”
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Assista ao trecho, talvez alguma resposta sobre a mudança de Che esteja aqui.
Henderson Moret

Veja aqui, outro filme maravilhoso que também fala de encontros.

Este filme foi colocado no Brasil como se fosse de terror… nada mais absurdo…
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O Labirinto do Fauno é com certeza um dos melhores filmes do ano de 2006. O cineasta Guillermo Del Toro apresenta uma fábula sombria recheada de metáforas e alegorias. Além de ser puro entretenimento, o longa também é uma ótima refeição mental para os cinéfilos e amantes da literatura fantástica. É fácil encontrar referências a filmes como O Iluminado, A Lenda do cavaleiro sem cabeça, O mágico de Oz, Hellboy (do próprio Del Toro) e livros como Alice no país das maravilhas e as fábulas de Hans Christian Andersen e dos Irmãos Grimm
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Repleto de lirismo, inteligência e tristeza, Guillermo Del Toro faz o espectador lembrar-se da importância da imaginação e da fantasia, seja como fuga da realidade ou como forma de recusar-se à obediência robotizada. Tanto para Ofélia quanto para o cineasta, o mundo mágico é mais agradável que o real. E, pelo menos durante as duas horas de O Labirinto do Fauno, o espectador acredita nisso.
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Fonte: Omelete
Trailer em português

Sinopse: Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta.
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Veja também outro filme espanhol que trata também do tema da Guerra Civil Espanhola, A língua das mariposas

“Este filme é uma poesia para os olhos. É incrível a ambiguidade da natureza humana: entre escravidão, bombas atômicas, genocídios e outras mazelas mais, encontramos coisas de tanta sensibilidade que só o ser humano é capaz de produzir…Realmente é desconcertante esta espécie.” Marcelo
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“Sou professora de espanhol e sempre passo esse filme para meus alunos. Todos quando eu digo o nome do filme pensam que chato que deve ser. Mas ao final todos gostam bastante e alguns até se emocionam, chegaram já até a chorar no final e nem conseguiram fazer a atividade que eu proponho ao final. Es perfecto.” Andrea
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“A história é simplesmente maravilhosa!!! Um filme para rir como também, para chorar de emoção.” Mariangela
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Depoimentos retirados da comunidade do filme no Orkut
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Veja um tiragosto….

Sinopse
O mundo de Mocho vivia em paz até o início da Guerra Civil Espanhola. É seu primeiro ano na escola, ele gosta do professor e encontra um novo amigo, Roque. Em uma viagem com a banda de seu irmão, Mocho descobre o que acontece em seu país. Rebeldes fascistas abrem fogo contra o regime republicano e o povo se divide. O pai e o professor do menino são republicanos, mas os rebeldes ganham força, virando a vida do garoto de pernas para o ar.

“Um filme sensível, que trabalha com questões de diferenças culturais, paternidade, casamento e outros temas de um modo indiano de ver as coisas, nada haver com filmes de bolywod, mas com uma referência engraçada ao modelo, em uma pequena parte do filme.”
Henderson Moret

“Em “Nome de Família” todos os personagens têm um momento como protagonistas. É como se a vida de todos fosse importante para a construção da narrativa.

Assim, o filme vai somando mais e mais camadas, aumentando sua complexidade. Há também um grande respeito e admiração pelos rituais indianos. Se fosse feito por um diretor de outra origem, o resultado poderia parecer mero encantamento de estrangeiro com as cores e tradições da cultura indiana, mas Mira não se deixou levar pelo lado exótico, ficou muito à vontade e contou a história como se conhecesse cada personagem, o que só aumentou a sua beleza.”
Alysson Oliveira

“Assisti esse filme em 04 de julho e achei simplesmente bárbaro. Mostra como é difícil ser estrangeiro num País globalizado e totalmente individualista. No caso dos indianos, que tiveram os filhos nascidos na América, é muito difícil aceitar as diferenças de raças.”
Vera Roman

“O filme é profundo e sensível. Foca muito bem a importância do PAI de família, como lidar com as diferenças, o RESPEITO HUMANO nas varias formas de relacionamento… As dores de viver longe do seio familiar, as alegrias dos encontros. As diferenças econômicas dos paises, o comportamento jovem. As lembranças de família! O que fica, o que sempre resta em nossas vidas… É para você assistir o filme e ser melhor amanha. IMPERDÍVEL!”
Renata Galeno

Trailer

Sensível. Essa é a palavra que se pode utilizar para definir Não Por Acaso, o primeiro longa de Philippe Barcinski. Após os aclamados curtas Palíndromo e Janela Aberta, Barcinski demonstra uma intimidade gigantesca com suas personagens e consegue construir um clima de aproximação deles com a platéia de forma muito bonita.
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É daqueles filmes que a câmera namora sem demora, com belíssimos planos e tomadas da cidade de São Paulo por ângulos muito poéticos - cortesia da fotografia de Pedro Farkas. Conta também com efeitos especiais sutis e de muito bom gosto, que adicionam ao filme um toque refinado e completamente condizente com a proposta do roteiro, que foi escrito pelo próprio Barcinski, aliado a Fabiana Werneck e Eugênio Puppo (colaborador usual do diretor).
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O longa conta a história de duas pessoas que tentam controlar a vida. Pedro (Rodrigo Santoro) é marceneiro e monta mesas de sinuca. Com a namorada Teresa (Branca Messina) por perto, morando com ele em sua casa, ele consegue deixar que tudo esteja a seu alcance, incluindo as jogadas que ensaia nas mesas que ele mesmo fabrica. Por outro lado, Ênio (Leonardo Medeiros) controla o trânsito caótico da cidade de São Paulo com precisão milimétrica e vive ainda a dor da separação da ex-mulher (Graziella Moretto). Acontece que um acidente em comum vira a vida dos dois de cabeça para baixo, tirando deles o controle prévio, introduzindo aí as personagens Lúcia (Letícia Sabatella) e Bia (Rita Batata).
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Lentamente a metrópole resignifica pelas lentes do diretor. Adquire um misto de liberdade na história de Ênio e vai se tornando fechada na história de Pedro. E isso por contraposições. A imagem de São Paulo vista do alto da serra é de clima romântico. Entretanto, por ser construída a cena, como ela foi levada até aquele momento, torna-se um triste retrato, literalmente, da solidão de um homem. Por contraste, a feiúra de um viaduto no meio da cidade, cortando-a, que é o caso do Minhocão, ganha uma densidade feroz no caminho de “in-solidão” da personagem Ênio, redescobrindo o dom de relacionar-se com a própria filha. As imagens de viadutos e pontes de São Paulo também constituem em si uma importante simbologia dentro da história.
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Afora as resignificações que Barcinski adota, temos as interpretações fora-do-comum dos atores. Preparados por Sérgio Penna, que intuiu para cada personagem um olhar e, como sempre, dirigiu cada ator a um estado de ação pela respiração, extraindo um resultado impressionante que transpira, jorra na tela uma força gigantesca. À parte uma atuação Letícia Sabatella de Letícia Sabatella e as pequenas participações de Giulio Lopes, Graziela Moretto e Sílvia Lourenço, temos uma Branca Messina iluminada, um antes perfeito Rodrigo Santoro e um depois triste e uma Rita Batata impressionantemente jovial. Porém, quem explode na tela é Leonardo Medeiros. Capaz de mudar completamente de emoção sem mexer um músculo sequer, sem mudar nenhum detalhe da máscara, Medeiros consegue deixar a platéia penetrar em sua alma através dos olhos, coisa que raramente se vê em cinema. É de uma generosidade sem limites com a platéia.
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A crítica em geral disse que Barcinski não quis tornar o filme ultra-intelectual e abusou de trilhas sonoras na montagem (aliás, trilha sonora linda de Ed Cortês) e, mais para o final, acabou simplificando a história. Creio que não. A autoria de Barcinski é tão presente e uniforme que, pelo contrário, identifica-se o respeito dele por aquelas vidas ficcionais, tratando-se de simplificar não para facilitar e sim para apenas significar. A simplicidade é o que devemos almejar. O controle não é simples. Exige esforço, energia, dispende demais. O sabor do acaso, para bem ou para o mal, é de uma poesia inexplicável.
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Valmir Junior
Fonte

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Ouça as 3 musicas cantadas da trilha maravilhosa do filme em Cabesound / São elas: Sonhando - por Céu, Laços - Toranja por Nasi, Só Deixo Meu Coração Na Mão De Quem Pode - Katia B
Trailer

Um filme forte e sensível que trata da questão como imigração e comercio de orgãos… veja alguns comentários sobre este maravilhoso filme.
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“Desde a atuação de Audrey Tautou no filme “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”,assisto todos os seus filmes, porque ela é uma excelente atriz, é ao mesmo tempo, simples, engraçada, um pouco desorientada e principalmente muito diferente das atrizes “enlatadas” norte-americanas (hollywoodianas).O filme é uma mistura de suspense, abordando fatos reais e trágicos, como o tráfico de órgãos e também a vida de imigrantes com situação ilegal em Londres. Vale a pena conferir. Amei!” Bárbara
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“O diretor sabe utilizar a câmera como excelente contador de histórias. O belo aqui aparece sem ser piegas e o sujo sem ser grotesco. A expressão dos atores também é algo impressionante. A expressividade contida no rosto do ator principal é extremamente condizente ao personagem. Emfim, entrou na lista dos meus “10 Mais” (que por sinal já deve term uns 50 filmes).” Evandro Duarte
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“Stephen Frears com a qualidade e a versatilidade que são habituais em sua excelente filmografia. Audrey Tautou mostra que não será uma eterna Amélie Poulain (outra pérola de filme, aliás), mostrando ser uma atriz maduríssima e totalmente preparada para o registro dramático.” Rogério Vieira

Veja um pedaço do filme